domingo, 3 de abril de 2011

Projeto 365 ... Dia 320

Meu nome é Adriana, sou jornalista, estou há 320 dias fotografando. Sem faltar unzinho.
Espero alcançar minha meta de 365 dias.
Houve dias de mil fotos e outros de uma foto só.
Não tenho nenhum motivo especial para estar escrevendo esse post hoje, apenas a vontade de dividir esse momento com vocês.
Escrevo para contar-lhes que existem vícios, hábitos ou costumes que vêm para o bem.
A fotografia, por exemplo, afinou meu olhar, e mesmo tendo feito algumas fotos péssimas nesse período, algumas são realmente muito boas.
Outro ganho, é a disciplina. Assumir o compromisso e não faltar.
Pode parecer bobagem, mas quando se tem disciplina as coisas são mais fáceis, porque o difícil é ter a disciplina.
Além disso, vale o prazer e o gosto que se toma pela coisa.
Nesse processo, minha companheira portátil ficou pequena para atender aos grandes sonhos, e embora permaneça comigo, ganhou uma companheira profissional. Mas, em alguns dias, até o celular me serviu para fazer a "foto do dia".
Portanto, caríssimos, recomendo fortemente que busquem seus vícios, hábitos e costumes e façam bom uso deles.
Escolham com calma, pensando nas consequências e ganhos que cada um oferece.
E sendo assim, vivam com suas qualidades e defeitos.
Mostrando não só o que há de melhor, mas os deslizes que porventura cometerem.
Fico por aqui, porque o post já desvirtuou.
Daqui a pouco vou querer falar de amor, mas esse é um outro vício e também uma de minhas verdades...

Conheçam o Dri365Dias


quarta-feira, 16 de março de 2011

e ai...

Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem.
Os dias correndo cheios de alegrias e vem a vida e te passa um susto.
Te faz rever algumas coisas e reforçar alguns valores.
Sem saber bem o que dizer, pois há mais de 24 horas sinto meu coração pular estranho, resolvi revisar e reforçar minhas 42 Verdades:


  1. A minha família é a melhor do mundo (Continua sendo)
  2. A Alice despertou em mim um amor que eu não sabia existir (Verdade absoluta)
  3. Quebrar paradigmas faz de mim uma pessoa mais feliz (Continuo assim)
  4. A felicidade é a coisa mais importante do mundo e da vida (o amor também!!)
  5. Viajar sozinha é uma forma gostosa de ver que você é uma boa companhia  (sou mesmo)
  6. Viajar em boa companhia nos faz abrir mão de nós mesmos de uma forma gostosa (querendo repetir essa experiência)
  7. Pessoas que se divertem quando estão juntas deviam estar juntas por mais tempo e mais vezes (e estarão...)
  8. Nem tudo que é bom engorda ou faz mal (é verdade!!)
  9. Não tenho medo de quase nada (mas tive medo de perder o amor)
  10. Mesmo parecendo paradoxal, sou a pessoa radical mais flexível que conheço (sou mesmo)
  11. Gosto de companhia, inclusive da minha (e da sua...)
  12. O exercício diário da fotografia transformou o meu olhar (continua transformando)
  13. Tenho poucos e bons amigos (os melhores)
  14. Preciso ir com frequência à Terra do Nunca para recarregar as energias (gostaria de ir mais do que vou)
  15. Posso parecer uma criança, mas venho colecionando experiências (ótimas!!)
  16. Dançar me alegra (muitooooo)
  17. Não vivo sem música (viciada)
  18. Ter algum dinheiro guardado é sempre bom, principalmente na hora de gastá-lo (principalmente em viagens)
  19. Cozinho diariamente por prazer e isso faz parte da minha vida (não diariamente, mas sempre com prazer)
  20. Adoro ter carro e andar a pé (e tenho gostado de andar de carro também)
  21. Carro é bom para viajar, embora prefira voar (viajar é bom de qualquer jeito)
  22. Adoro sol e mar (piscina também)
  23. Gosto de morar em apartamento, mas sinto falta de quintal, de "lá fora" (ainda sinto)
  24. Ser sócia de clube me deu um "lá fora" ainda que não um quintal (amoo)
  25. Amigos de infância que não sairam da minha vida até hoje, não sairão mais (não sairão mesmo!!)
  26. Tomar chuva lava a alma (e como!!)
  27. Mesmo não sendo anjo, sei que tenho asas (preciso usá-las mais)
  28. Apesar de ter nascido num mundo analógico, identifico-me mais com o digital (e como!!)
  29. Doeu descobrir que nem sempre o amor é suficiente (e me alegrou descobrir que quando é amor não acaba)
  30. Adoro ser jornalista e redescobrir isso me fez bem (e me faz bem todos os dias)
  31. Nunca é tarde para mudar a própria vida (enquanto se está vivo é possível)
  32. Respeito o tempo dos outros, mas principalmente respeito o meu (respeito tanto que sei a hora de passar o comando)
  33. Amo de forma intensa, embora discreta (verdadeira e profunda)
  34. Acredito, por princípio, nas pessoas (e quero continuar assim)
  35. Escolher é uma das coisas mais importantes da vida (principalmente quando se saber escolher)
  36. Apesar de vários pesares, procuro mandar na minha vida (não necessariamente nesta ordem...)
  37. Gosto de cuidar, às vezes acho difícil ser cuidada, mas gosto (gosto e cuido!)
  38. Sol mais de sol do que de lua
  39. Prefiro o dia a noite
  40. É possível usar a bicicleta como meio de transporte (mesmo sabendo que a minha está pendurada na garagem)
  41. Gosto de morar onde moro, mas se não tivesse morro, minha bicicleta sairia mais de casa
  42. Acredito nas minhas verdades, até que eu mude de ideia (é isso ai!!)


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A Internet e as distâncias


Estava passeando pelo facebook, minha rede social preferida, e parei na página da Lilu (mãe da Ju, sogra do Rodrigo, mãe da Bia, sogra do Marcio, vó do Tomás, mulher do Wanderley, mãe do Lelo, irmã do meu pai e de mais um monte de gente, tia de outras gentes, querida por todos), que hoje faz aniverário, e comecei a ler uma conversinha dela com o Mansur (pai do Rodrigo e sogro da Ju filha da Lilu).
Ele contava que tinha falado com o Rodrigo pelo skype - é que o Rodrigo e a Ju se mudaram pro Canadá em julho - e que tinha feito um tour virtual pelo novo ap do casal. Lembrei que outro dia a Ju tinha colocado fotos dos movéis que eles tinham comprado e que, mesmo com pouca frequencia, falo com ela pelo MSN.
Comecei a pensar e pensamento foi longe. Era 1994, a Lu (minha irmã e da Ia, mãe da Alice, prima de um monte de gente e sobrinha da Lilu e de outras gentes) tinha se mudado para Londres. Na época, eu morava em Cachoeiro de Itapemirim, e a Europa ficava longe a beça. Lu passou fora, desta vez, um ano e meio e nos falamos pelo telefone UMA vez. Custava muito dinheiro.
Já em 1995 ou 1996, não me lembro bem, pus internet em casa. Um sucesso sofrido que ecoava pelo modem discado numa conexão pra lá de precária. Quase ninguém tinha e-mail na época, e nada se assemelhava a atual sabedoria do Google. Tinha um Cadê?, e olhe lá. Não achava quase nada, mas também a internet não tinha quase nada.
O primeiro e-mail que recebi do meu pai dizia "Parabéns, agora você já pode viajar o mundo todo sem sair de casa", e a gente achava que podia mesmo. Mas mal ficávamos 15 minutos conectados com o modem berrando....
Hoje, com o Google Street View eu quase entro na casa da Ju e do Rodrigo - que acabaram de mudar pro Canadá.
E foi pensando nisso tudo que me peguei a perguntar: e a saudade, onde foi parar?
E respondi, rapidinho: a que sinto, tá aqui, no fundo do coração. Toda essa proximidade engana, mas não resolve a ausência. Mas, é graças a ela - a Internet - que mesmo de longe conseguimos participar tão perto de tantas vidas queridas.
Mas ainda bem, ainda bem mesmo, que além da Internet existe a Terra do Nunca onde nos reunimos de verdade. Seja ela em Ouro Preto ou em qualquer lugar do planeta, onde estamos a Terra do Nunca está para estreitar laços em abraços.

sábado, 4 de setembro de 2010

Eu já sei em quem votar...


... mas não vou dizer aqui.
Apesar de não ser tão secreto, eu não pretendo declarar meu voto via web.

Mas, apesar, contudo, porém, todavia, preciso agradecer aos meus amigos - que devem me considerar mal informada, alienada, indecisa, pouco experiente (pelo menos politicamente), inocente, e outras tantas coisas - por me enviarem tantos e-mails esclarecedores a respeito dos diversos candidatos.

Vivem dizendo que uma candidata é terrorista (será???)!!
Falam de mensalão, falam do atual presidente que, pelo menos em tese, nem candidato é!
São tantas barbaridades que para não ficar confusa, deleto, sem cerimônia, sem ler mais de duas linhas.
Quando vejo do que se trata, o mouse corre ligeiro e clico: excluir.

Então, para que meus amigos não percam tanto tempo me enviando esse tipo de mensagem, venho a público esclarecer, e naturalmente agradecer, tamanha preocupação.
Mas, eu realmente, já seu em quem votar...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

42 das minhas verdades


Indo pra Tiradentes, na última sexta-feira, para o casamento dos queridos Antonio e Márcia pus me a pensar em coisas que realmente acredito.
Resolvi então fazer uma lista, que não está por ordem de importância, mas de lembrança.
Uma verdade pra cada ano.
Mas não se iludam, verdades podem libertar, mas também aprisionar.
Portanto, as que aqui se encontram, podem hoje ser absolutas e amanhã nada significarem.
  1. A minha família é a melhor do mundo
  2. A Alice despertou em mim um amor que eu não sabia existir
  3. Quebrar paradigmas faz de mim uma pessoa mais feliz
  4. A felicidade é a coisa mais importante do mundo e da vida
  5. Viajar sozinha é uma forma gostosa de ver que você é uma boa companhia
  6. Viajar em boa companhia nos faz abrir mão de nós mesmos de uma forma gostosa
  7. Pessoas que se divertem quando estão juntas deviam estar juntas por mais tempo e mais vezes
  8. Nem tudo que é bom engorda ou faz mal
  9. Não tenho medo de quase nada
  10. Mesmo parecendo paradoxal, sou a pessoa radical mais flexível que conheço
  11. Gosto de companhia, inclusive da minha
  12. O exercício diário da fotografia transformou o meu olhar
  13. Tenho poucos e bons amigos
  14. Preciso ir com frequência à Terra do Nunca para recarregar as energias
  15. Posso parecer uma criança, mas venho colecionando experiências
  16. Dançar me alegra
  17. Não vivo sem música
  18. Ter algum dinheiro guardado é sempre bom, principalmente na hora de gastá-lo
  19. Cozinho diariamente por prazer e isso faz parte da minha vida
  20. Adoro ter carro e andar a pé
  21. Carro é bom para viajar, embora prefira voar
  22. Adoro sol e mar
  23. Gosto de morar em apartamento, mas sinto falta de quintal, de "lá fora"
  24. Ser sócia de clube me deu um "lá fora" ainda que não um quintal
  25. Amigos de infância que não sairam da minha vida até hoje, não sairão mais
  26. Tomar chuva lava a alma
  27. Mesmo não sendo anjo, sei que tenho asas
  28. Apesar de ter nascido num mundo analógico, identifico-me mais com o digital
  29. Doeu descobrir que nem sempre o amor é suficiente
  30. Adoro ser jornalista e redescobrir isso me fez bem
  31. Nunca é tarde para mudar a própria vida
  32. Respeito o tempo dos outros, mas principalmente respeito o meu
  33. Amo de forma intensa, embora discreta
  34. Acredito, por princípio, nas pessoas
  35. Escolher é uma das coisas mais importantes da vida
  36. Apesar de vários pesares, procuro mandar na minha vida
  37. Gosto de cuidar, às vezes acho difícil ser cuidada, mas gosto
  38. Sol mais de sol do que de lua
  39. Prefiro o dia a noite
  40. É possível usar a bicicleta como meio de transporte
  41. Gosto de morar onde moro, mas se não tivesse morro, minha bicicleta sairia mais de casa
  42. Acredito nas minhas verdades, até que eu mude de ideia
P.S. Assim que terminei pensei em tantas outras coisas... certamente outras listas virão

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A boa música de Matheus von Krüger


Antes de alguém perguntar, vou logo dizendo: é parente sim, primo!
E apesar disso ser muito importante e fazer toda a diferença, vamos ao que interessa.

Recebi ontem o novo disco do Matheus (pra mim, Teco), que deve ser lançado em outubro.
Transferi os arquivos pro celular, gravei um cd pra ouvir no carro e deixei pra hoje a novidade.

Já sai de casa com os fones, Um e Um Milhão era a canção da vez.
E a sequencia foi rolando e os pensamentos passeando pela minha cabeça.

Tive os olhos marejados e o sorriso vindo da alma tomando conta do rosto.

O Teco era bem pequeno quando lhe perguntaram o que seria quando crescesse. Sem relutar veio a resposta: "Famoso!"
Eh, desconfio que ele estava certo!

Depois do primeiro CD, Outro Tempos, vem ai MVK.
O som do MVK é familiarmente novo, digo isso, porque não entendo de música o suficiente para identificar influências, confluências, transcendências etc.
Mais maduro (maior clichê dizer isso, mas é uma verdade*), Matheus canta histórias que a gente pensa fazer parte.
Tem um toque que conheço, mas não sei dizer de onde. Letras divertidas e doídas cantandas entre gargalhadas e suspiros.

Matheus é de uma baianidade mineiro-paraense permeado por uma brasilidade internacional... ou não!!

Ficaram curiosos?
É só entrar no OiNovoSom para conhecer algumas faixas do novo disco.
Site oficial do Matheus

* Uma das minhas verdades

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Muito além do meu umbigo...

... sim, o mundo seria bem melhor se as pessoas olhassem além do próprio umbigo.
Digo isso em vários sentidos, mas em especial: gentileza urbana!

Ando pelas ruas, sim, eu caminho pela cidade e me deparo o tempo todo com cenas que só podem ser protagonizadas por pessoas que não enxergam além do próprio umbigo.
São carros estacionados em faixas de pedestre, fechando as calçadas rebaixadas, motoristas que desconhecem as setas e os sinais vermelhos.
Mas não são só as infrações de trânsito, também se vê lixo, massa de cimento sendo preparada nas ruas e calçadas.

E isso, não é só falta de educação, de civilidade, de gentileza. Acredito que essas pessoas desconhecem a existência das outras pessoas e pensam viver num mundinho próprio.

Hoje presenciei uma dessas ceninhas, bem de perto, e quase participei...

Vinha andando para casa depois do trabalho. Ao passar pela av. Guaicuí, encontrei uma prima e o marido, que tentavam tirar o carro da PRÓPRIA garagem. Não dava, um "cidadão" havia ali estacionado seu automóvel.
Quando cheguei, um policial militar já acionava o reboque, tentando resolver a situação.
Mas, enquanto isso, o carro do casal estava fechando a calçada, pois eles começaram a sair, tentaram manobrar, e como não deu, desceram do carro para conversar com o PM.
Veio então uma senhora com um carrinho de bebê. Na posição que estávamos não dava para ver o carrinho, mas enfim.
Ela foi logo reclamando que não dava para passar.
Minha prima, pediu então ao marido para puxar o carro.
Mas, a tal senhorinha, parecia não ouvir e resmungando perguntava se teria que passar com o carrinho pela rua.
Ela nem notou que o moço já estava entrando no carro para tirá-lo dali.

Enfim, passou de cara fechada. Pior pra ela e pro motorista que acabava de chegar apressado e foi abordado pelo guarda que lhe pedia documentos.

Não esperei pra ver o fim da história, mas o fato é que reclamar adianta pouco, vamos olhar mais ao redor para ver o que se passa. E se não pudermos ajudar, melhor não atrapalhar!!

Essa é a minha verdade!